Cola na eleição

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Dúvidas

Perguntas frequentes sobre a eleição de 2026, respondidas abaixo, cada uma com a sua fonte oficial.

As datas desta página valem para as Eleições 2026, conferidas em 3 de outubro de 2026 no que o TSE publica. Prazo e data mudam por decisão da Justiça Eleitoral: confira no calendário eleitoral do TSE antes de contar com eles.

2º turno

Quando é o 2º turno, e em quem eu voto?

O 2º turno é em 25 de outubro de 2026, das 8h às 17h, no horário de Brasília. Todo eleitor vota para presidente, entre os dois mais votados no 1º turno.

Em 7 unidades também há governador: Acre, Amazonas, Distrito Federal, Espírito Santo, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte e Tocantins. Nas outras, o governador foi eleito no 1º turno, e o voto é só para presidente.

Fonte: quem disputa o 2º turno para presidente, no TSE.

Fonte: estados com 2º turno para governador, na Agência Senado.

Em que ordem a urna pede os votos do 2º turno?

Onde há governador, ele vem primeiro, e depois presidente. Os dois têm 2 dígitos, o número do partido do candidato. Onde não há, a urna pede só o presidente.

Branco, nulo e número que não existe funcionam como no 1º turno. O número de quem ficou fora do 2º turno anula o voto.

Fonte: ordem de votação na urna eletrônica.

Posso usar a colinha do 1º turno?

Não. A colinha do 2º turno é outra, com um ou dois votos, e só aceita quem segue na disputa. A do 1º turno continua guardada no seu aparelho, e volta pelo botão "Rever a sua colinha do 1º turno", na abertura do site.

O 2º turno no Rio de Janeiro ainda pode mudar?

Pode. A candidatura de Garotinho foi indeferida e está em recurso, e os votos dele ficaram anulados sub judice. Se o TSE confirmar o indeferimento, a conta muda e o governador pode estar eleito no 1º turno. Até lá, o resultado oficial mantém o 2º turno no estado, e este site também.

Fonte: resultados das Eleições 2026, no TSE.

Os poderes que o seu voto elege

Legislativo

Escreve as leis e fiscaliza o Executivo

  • DEPUTADO FEDERAL
  • DEPUTADO ESTADUAL
  • SENADOR · 1ª VAGA
  • SENADOR · 2ª VAGA

Executivo

Administra o estado e o país, e executa as leis

  • GOVERNADOR
  • PRESIDENTE

Judiciário

Aplica as leis nos casos concretos

Nenhum dos seus votos. Juiz entra por concurso público, e ministro do Supremo é indicado pelo presidente e aprovado pelo Senado.

Fonte: CNJ e TSE.

Antes de votar

Quando eu voto, e o que preciso levar?

O 1º turno foi em 4 de outubro de 2026, e o 2º turno é em 25 de outubro de 2026, os dois das 8h às 17h, no horário de Brasília.

Leve um documento oficial com foto. O e-Título identifica quem tem biometria cadastrada; sem biometria ele mostra a sua seção, mas não serve de identificação. O título de papel não é obrigatório.

Fonte: documentos válidos para votar.

Posso levar a colinha? E o celular?

Papel pode. Celular não entra na cabine e fica no lugar que o mesário indicar. Nenhum aplicativo é consultável na hora de votar, inclusive este site.

A colinha existe em papel por causa disso: você imprime ou copia à mão antes de sair de casa.

Fonte: Manual do Eleitor 2026.

Por que foram seis votos no 1º turno, e em que ordem?

Você vota em um cargo de cada vez, nesta ordem. Cada voto é confirmado antes de o próximo cargo aparecer na tela.

Cada cargo tem uma quantidade fixa de dígitos. A foto do candidato aparece quando você completa essa quantidade.

  1. 1. DEPUTADO FEDERAL4 dígitos
  2. 2. DEPUTADO ESTADUAL5 dígitos
  3. 3. SENADOR · 1ª VAGA3 dígitos
  4. 4. SENADOR · 2ª VAGA3 dígitos
  5. 5. GOVERNADOR2 dígitos
  6. 6. PRESIDENTE2 dígitos

Fonte: ordem de votação na urna eletrônica.

Por que 2026 tem duas vagas de senador?

Cada estado e o Distrito Federal têm três senadores, e cada um fica oito anos no cargo. A cada quatro anos parte deles é trocada: numa eleição, uma das três cadeiras; na seguinte, as outras duas.

2026 é a eleição das duas. Você vota em dois senadores diferentes, em duas telas seguidas. Confirmar o mesmo número nas duas anula o segundo voto.

Fonte: o que faz o senador, no Senado.

O que muda para quem vota no Distrito Federal?

O Distrito Federal não elege deputado estadual. O segundo voto é para deputado distrital, que trabalha na Câmara Legislativa.

Esse cargo reúne atribuições estaduais e municipais, já que Brasília não tem prefeito nem vereador. O resto da sequência é igual ao do país inteiro.

Fonte: cargos em disputa nas Eleições 2026.

Quem faz o quê

O que faz um deputado federal?

São 513 na Câmara dos Deputados, com três frentes.

  • Apresentar e votar leis, inclusive mudanças na Constituição
  • Fiscalizar o Executivo, com CPIs, convocação de autoridades e o controle externo apoiado pelo Tribunal de Contas da União
  • Acompanhar o Orçamento, onde entram as emendas que destinam recursos a estados e municípios

Fonte: o que faz um deputado federal, na Câmara.

O que faz um deputado estadual ou distrital?

Na Assembleia Legislativa do estado onde foi eleito, ele propõe, emenda e revoga leis estaduais. Também fiscaliza as contas do Executivo estadual.

São 1.035 cadeiras nas 26 assembleias. No Distrito Federal o cargo equivalente é o de deputado distrital, com 24 cadeiras na Câmara Legislativa.

Fonte: o que faz um deputado estadual, no TRE-SP.

Fonte: cargos em disputa nas Eleições 2026.

O que faz um senador?

São 81 no Senado, três por estado e três pelo Distrito Federal. Eles representam a unidade da federação, não a população dela: por isso o número de senadores é igual em todo estado.

Além de legislar e fiscalizar junto com a Câmara, o Senado aprova autoridades indicadas pelo presidente, como ministros do Supremo, diretores do Banco Central e diplomatas. Também julga o presidente por crime de responsabilidade.

Cada senador é eleito com dois suplentes na mesma chapa.

Fonte: o que faz o senador, no Senado.

O que faz um governador?

Chefia o Executivo do estado e administra o que o estado entrega no dia a dia: saúde, educação, segurança pública, infraestrutura e transporte.

É eleito por maioria, com vice na mesma chapa. Pode haver segundo turno em 25 de outubro de 2026.

Fonte: cargos em disputa nas Eleições 2026.

O que faz um presidente?

Chefia o Executivo federal: supervisiona o governo inteiro e define o rumo da economia, das relações exteriores, da segurança, da saúde e da educação.

Também é eleito por maioria, com vice na mesma chapa. É o único dos seis votos em que o país inteiro disputa a mesma vaga.

Fonte: cargos em disputa nas Eleições 2026.

Dentro da cabine

Errei o número. A urna dá segunda chance?

Antes de apertar CONFIRMA, a tecla laranja CORRIGE apaga o que você digitou, e você recomeça aquele voto. Depois do CONFIRMA não há como voltar àquele cargo.

Se você confirmar um número que não existe, a urna aceita e anula aquele voto. Os outros votos continuam valendo.

Fonte: ordem de votação na urna eletrônica.

Branco e nulo: qual é a diferença?

Branco tem tecla própria e significa não escolher ninguém naquele cargo. Nulo é o número que não corresponde a candidatura nenhuma, confirmado assim mesmo.

Nenhum dos dois entra nos votos válidos, que são os que decidem quem se elege. Nenhum dos dois é transferido para quem quer que seja.

Fonte: voto branco e voto nulo no glossário eleitoral.

Alguém pode me ajudar dentro da cabine?

A regra é votar sozinho. A exceção é para quem tem deficiência ou mobilidade reduzida: nesse caso uma pessoa da sua confiança pode entrar na cabine com você e até digitar os números na urna, desde que a ajuda seja mesmo necessária para você conseguir votar.

Quem autoriza é o presidente da mesa da sua seção, e ele decide ali, no dia. O acompanhante precisa se identificar e não pode estar a serviço da Justiça Eleitoral, de partido, de federação ou de coligação.

Fonte: quem pode entrar na cabine com o eleitor, no TSE.

E no caso de pessoas com deficiência?

Toda urna já vem preparada para quem não enxerga: o teclado tem braile e a tecla 5 é marcada. Nas seções acessíveis, e onde alguém pedir, a Justiça Eleitoral entrega fone de ouvido, e a urna fala o número digitado e o nome do candidato.

Antes da eleição dá para pedir a transferência para uma seção acessível, com rampa ou elevador, e o atendimento na seção é prioritário. Se você não pediu nada antes, conte ao mesário na hora, que a Justiça Eleitoral resolve ali. Para assinar valem o alfabeto comum, o braile e qualquer instrumento que você leve ou que a mesa forneça.

Fonte: acessibilidade nas eleições, no TSE.

Por que um candidato com muitos votos pode não se eleger?

Deputado é eleição proporcional: as cadeiras vão primeiro para os partidos, e só depois para as pessoas. São duas divisões.

quociente eleitoral = votos válidos ÷ número de vagascadeiras do partido = votos do partido ÷ quociente eleitoral

As cadeiras do partido ficam com os candidatos mais votados dele, desde que cada um tenha alcançado 10% do quociente eleitoral.

Por isso um candidato muito votado fica de fora quando o partido dele não alcançou cadeira, e outro com menos votos entra pelo partido que alcançou.

Fonte: quociente eleitoral no glossário do TSE.

A colinha do seu estado

Cada estado tem a sua página, com a ordem dos seis votos daquela urna, quantas candidaturas ele registrou por cargo e o que muda ali.

Antes de sair de casa

Os candidatos deste site vêm de uma cópia da base do TSE, atualizada em 03/10/2026. Quando o TSE julga uma candidatura e não a defere, o retrato dela aparece com a faixa Inapto e o julgamento oficial ao lado. Enquanto o julgamento está pendente, a faixa não aparece.

Uma decisão da Justiça Eleitoral pode mudar essa situação até a votação, depois da cópia: uma candidatura pode ser indeferida, renunciada ou cassada, e um indeferimento pode ser revertido em recurso. Confira os números da sua colinha no DivulgaCandContas, que é o registro oficial.

Leve o papel.

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